
O difícil é conseguir codificar a ideia construtiva de tal modo que a máquina possa entendê-la e executá-la corretamente. Sintomático dessa mudança de estratégia operativa é o fato de o artista agora se ver constrangido a estudar matemática, para poder tirar o melhor partido possível de sua relação com a máquina. Paradoxalmente, porém, vemos também o matemático estudando arte, para poder resolver, da melhor forma possível, os algoritmos de visualização de seus programas.
Arlindo Machado, em Máquina e imaginário, 2001, p. 16.
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