Uma família no divã

Se você teve a oportunidade de assistir a Os intocáveis, O poderoso chefão, Era uma vez na América, Os bons companheiros, vai se entusiasmar em assistir à Família Soprano, série televisiva de seis temporadas (a sexta temporada é subdividida em A e B), em uma jornada de 86 episódios. A série mergulha nos meandros dasContinuar lendo “Uma família no divã”

Multiplicidade musical em 2022

O ano de 2022 traz a lembrança de dois eventos relevantes para a história do Brasil. O primeiro é o bicentenário de independência do Brasil, que precisa suscitar discussões sobre até que ponto um estrangeiro-colonizador proclamou em São Paulo a independência política do Brasil, enquanto os brasileiros ainda continuavam lutando pela independência do país atéContinuar lendo “Multiplicidade musical em 2022”

Os dois longos anos distante do cinema

Depois de dois longos anos distante das telas e dos sons estéreos das salas de projeção, fui ao cinema. Com a pandemia, o isolamento foi o caminho mais indicado e, no dia a dia, meu contato com pessoas se restringiu a somente ficar com a família e conversar com parentes e amigos mediado por tecnologias.Continuar lendo “Os dois longos anos distante do cinema”

Os 35 anos de Olodum Egito Madagascar

Com um design festivo na capa, construída em cores azul, amarela, verde, laranja, vermelha, com tons de cinza e de azul, foi lançado o disco Olodum Egito Madagascar, em 1987, uma soluçao criativa oriunda do povo negro e pobre da “zona”, como eram chamadas as localidades do Pelourinho e do Maciel, áreas do centro históricoContinuar lendo “Os 35 anos de Olodum Egito Madagascar”

As múltiplas faces das mães

Quando menos se espera, aparece um filme de Pedro Almodóvar nas plataformas de vídeo. E aí? Assisto de forma despretensiosa ao filme somente para me divertir? Ou me engajo em uma narrativa cujo histórico do diretor é subverter a ordem da contação de história e nos fazer viajar pelo mundo alternativo do cotidiano, dos fatosContinuar lendo “As múltiplas faces das mães”

O smartphone nosso de cada dia

Dias desses peguei o smartphone e comecei a admirá-lo, como a gente se admira diante de um espelho. Naquela admiração narcisista surgiu uma nuvem cheia de objetos que representavam toda minha vida dentro daquele objeto. No aparelho estava armazenada todos os meus afazeres, todos meus pecados e conquistas. Daquela alucinação refletida, os primeiros objetos aContinuar lendo “O smartphone nosso de cada dia”