
Para compreender as questões que surgem, é preciso colocar no seu contexto: existe hoje uma grande variedade de máquinas, de linguagens de programação e de usuários. O que se torna um problema daqui por diante, não é tanto a capacidade de cálculo ou de memorização dessas máquinas, mas nossa própria capacidade de fornecer-lhes instruções coerentes e pertinentes e, em seguida, interpretar o resultado que elas nos dão. Em termos mais atuais, trata-se de comunicação; de comunicação entre o homem e a máquina e entre a máquina e o homem; são problemas de programação e de engenharia de software; de comunicação entre máquinas: são os problemas de “portabilidade” e de compatibilidade de programas; enfim, de comunicação entre os homens intermediada por máquina: abordam-se aí problemas cruciais ligados o impacto das tecnologias da informação
Jean-Gabriel Ganascia, em Inteligência Artificial, p. 75-76
A seção Pensar faz bem! traz reflexões vinculadas à cultura e ao cotidiano. Uma parte significativa dos textos da Pensar faz bem! é fruto das leituras que fazemos para construção dos artigos, crônicas e resenhas aqui publicados. O pensamento da quinzena é de Jean-Gabriel Ganascia, estudioso da inteligência artificial.
Boas reflexões!
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