O dilema de conviver na Internet

A Internet começou a ser massificada no início dos anos 1990. Naquela época houve um alvoroço de personalidades que exaltaram o espaço digital como se fosse um paraíso. Era difícil encontrar alguém que tecesse considerações a respeito dos pontos controversos da rede das redes .E esse movimento cheio de positividade atravessou meios de comunicação, comunidadeContinuar lendo “O dilema de conviver na Internet”

Paulo Freire por ele mesmo

Paulo Freire completaria 99 anos em 19 set. 2020. Em reconhecimento ao trabalho do educador brasileiro, o EPraxe selecionou dez trechos do livro Pedagogia da Autonomia para que os leitores por conhecê-lo mais. Esperamos que gostem! Primeiras Palavras “Quem observa o faz de um certo ponto de vista, o que não situa o observador emContinuar lendo “Paulo Freire por ele mesmo”

Os algoritmos sabem o que fizemos no ano passado

Voltei a usar uma mídia social digital que estava desativada desde 2012. Naquela época estava envolvido em um projeto de pesquisa acadêmica e utilizava a mídia social como campo de trabalho, o que fazia com que eu não atuasse na plataforma como usuário comum. As atividades na plataforma eram somente para pesquisa, observação e levantamento de dados.

A arte compartilhada em bancas de revistas

Era 1982 e eu estava no primeiro emprego. Quando recebi o primeiro salário, quis fazer duas coisas que seriam significativas para o resto de minha vida: uma era ir ao cinema; a outra era me aproximar da literatura.Fui ao cinema de pirraça assistir a um filme proibido, pois havia sido impedido aos 16 anos deContinuar lendo “A arte compartilhada em bancas de revistas”

A desproteção social sobre os fazedores de arte

Foram mais de 100 dias de pandemia no Brasil para que o Estado tomasse providências em favor da classe dos trabalhadores da área artístico-cultural, que já estão desde março de 2020 em vivendo em estado de desproteção social. Quanto mais o tempo passa mais se agrava a situação econômico-financeira desse contingente de profissionais.

Lives – um modelo de negócio

Com o advento da pandemia, muita gente foi apanhada de surpresa quanto a uma crise que chegava sem dar sinais de quando vai terminar. Mas os gerenciadores da área de entretenimento souberam reagir e, no campo da música, surgiu uma profusão de shows transmitidos ao vivo. As lives surgiram, como tudo que é lançado pelaContinuar lendo “Lives – um modelo de negócio”

A informação em desordem

A informação em desordem A gente se acostumou a utilizar o termo fake news para tudo quanto é situação, seja para mensagem que contenha sátira ou paródia, para texto de manipulação, propaganda e até para notícias falsas. Os sites de informação brasileiros estão cheios de postagens com o termo fake news, o que fez a palavra ter usoContinuar lendo “A informação em desordem”

Dois anos de E-Praxe – um relato de uma experiência

Dois anos de E-Praxe – Direitos da Praxe Educação e Comunicação O EPraxe completa dois anos de publicação de narrativas relacionadas a trabalho, educação, artes e tecnologia, com foco na vida cotidiana neste mês de junho de 2020. O blog tem como premissa produzir conteúdos sobre as coisas pelas quais passamos no dia a dia,Continuar lendo “Dois anos de E-Praxe – um relato de uma experiência”

O ciclo copiar e colar

Fiquei pasmado ao participar de um grupo de WhatsApp e notar que os profissionais estavam compartilhando cópias piratas dos livros de um autor, mesmo sabendo que havia representantes dos direitos autorais do escritor fazendo parte das conversações. Outro dia me deparei com uma indicação excelente de leitura feita por um professor e fui atrás daContinuar lendo “O ciclo copiar e colar”

Crises e desigualdades educacionais

Crises e desigualdades educacionais. Imagem da Praxe Educação São nos momentos de crise que a gente conhece as pessoas e as instituições. É quando os políticos demonstram de que lado eles realmente estão, os religiosos explicitam o que pensam sobre o humano e a espiritualidade, os empresários mostram que tipo de mundo imaginam para aContinuar lendo “Crises e desigualdades educacionais”