
A literatura, para mim, sempre foi uma forma de aprendizagem sobre a língua e sobre o mundo, uma forma de prazer, uma possibilidade de viver uma suprarrealidade, de sonhar… A literatura sempre teve para mim o caráter subversivo: ao falar não somente daquilo que existe, mas também daquilo que poderia existir, mostra-me que a realidade em que vivemos não é única, não é destino, mas é uma entre outras. Essa subversão estende-se sobre a linguagem, sobre a textualização. Para mim, a literatura é alguma coisa indispensável. Poderia parafrasear o poeta Emmanuel Marinho, dizendo: Literatura não compra sapatos. Mas como andar sem literatura?
José Luiz Fiorin, em Minha relação com a literatura, em Literatura e outras linguagens, de Beth Brait, p. 160
- A praça não é mais do povo e nem o céu é dos pássarosO texto EPraxe desta semana é sobre usos das praças públicas. Boa leitura!
- A arte de cultivar memóriasO texto EPraxe desta semana aborda a construção das memórias, elemento essencial de nossa existência. Boa leitura!
- Para melhor conhecer Inteligência artificial – parte 2Em postagem recente, apresentamos o livro Introdução à inteligência artificial: uma abordagem não técnica, de Tom Taulli. Na postagem de hoje, o assunto inteligência artificial continua em pauta com uma resenha do livro Como a inteligência artificial funciona: da magia à ciência, de Ronald Kneusel. Boa leitura!
Descubra mais sobre EPraxe - Cultura & Cotidiano
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.