Descobriremos do que as mulheres gostam?

Era uma tarde de chuva e o final de semana se aproximava. Eu já estava cansado de ler, revisar e escrever de novo. Fui até a janela lateral de casa e vi muita gente, em plena pandemia, caminhando na praça, jogando futebol, deslizando no skate. Voltei os olhos para a varanda e só via concreto,Continuar lendo “Descobriremos do que as mulheres gostam?”

Quando, onde e como o subalterno pode falar?

É também pelos discursos que se manifestam as diversas formas de manipulação e manutenção dos poderes. Então para entender as diversificadas relações de forças entre os homens e as mulheres, estudar os discursos também é uma forma de compreender melhor as especificidades das relações assimétricas de poder que se conformam em nossa sociedade.

Para cultivar o gênero Entrevistas

Passei três anos lendo o livro Cult 20 anos – melhores entrevistas! O leitor vai estranhar. Por que passar três anos lendo um livro?  A gente explica Um dos gêneros discursivos de que mais gosto é o de entrevistas. Acho gostoso conhecer o que os outros pensam, como agem, de que forma interviram no mundoContinuar lendo “Para cultivar o gênero Entrevistas”

No enxame – a convivência no mundo digital

  No enxame é um livro com uma mensagem curta e precisa, mas se você o ler de uma só vez, aconselho a fazer uma segunda leitura.  Se conseguir amigos para discutir as perspetivas do digital trazidas por Han, então, será ainda melhor! Revisitando autores como Foucault e Flusser, Han aborda as questões psicossociais doContinuar lendo “No enxame – a convivência no mundo digital”

Aprender a perseverar com Freud

A jornada de Freud. Direitos da Praxe Educação e Comunicação   O que me chamou a atenção na série Freud não foi a sequência sobre o Complexo de Édipo, em que o psicanalista entra em processo de amadurecimento pessoal e profissional e busca emancipar-se diante da vida. Não foi também a bem articulada sequência de temasContinuar lendo “Aprender a perseverar com Freud”

A condição de não saber e as tardes com Margueritte

Tempos atrás eu trabalhava com alfabetização de adultos e testemunhei uma situação inusitada. Havia uma alfabetizanda que demorava de chegar à sala de aula, porque tinha de percorrer um caminho mais longo de casa até a sala de aula. Perguntada sobre a situação, ela revelou em tom um pouco triste que era ridicularizada pelo pessoalContinuar lendo “A condição de não saber e as tardes com Margueritte”

Poesia mais do que nunca

    A revista Cult lançou um caderno (não sei se chamo de livro ou revista) com poesias que rolam no circuito literário brasileiro da atualidade. A poesia brasileira continua se movimentando; se misturou aos videoclipes na Internet, se derramou nas praças públicas e nos movimentos periféricos e participa das diversas feiras de literatura BrasilContinuar lendo “Poesia mais do que nunca”