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Artigos, resenhas e crônicas do cotidiano

O livro As 10 questões essenciais da era digital – programe seu futuro para não ser programado por ele – traz de forma simples e acessível questões fundamentais sobre a convivência na internet.
Escrita em 2010, a obra foi lançada no Brasil em 2012. Não se engane o leitor imaginando que o texto está ultrapassado, por ter sido escrito há mais de dez anos, pois Rushkoff escreve sobre um assunto que é pauta de discussões no tempo presente e continuará como questão social central nos tempos vindouros.
O texto é relevante para as pessoas que desejam se aproximar de questões sociais fundamentais do mundo contemporâneo, de um assunto que ainda é de leitura restrita a acadêmicos e cientistas que abordam questões da influência das tecnologias na vida humana.
Rushkoff traz para pauta um debate atual e necessário para toda sociedade a partir da abordagem de dez temas (tempo, lugar, escolha, complexidade, escala, identidade, social, fato, compartilhamento e propósito). Douglas Rushkoff faz uma radiografia da convivência do humano com as tecnologias neste início de milênio ao tocar em temas relacionados às formas como consumimos tecnologia, e a tecnologia nos consome, pois
quanto mais se desenvolvem os meios técnicos, mais a humanidade deixa para trás coisas que fazia cotidianamente, mais entrega os afazeres antes feitos por nós humanos para os objetos técnicos realizarem.
Assim, os objetos técnicos orientam a nossa vida, decidindo por nós, instaurando novas formas de relações sociais. Estas são algumas das preocupações de Douglas Rushkoff.
Como viveremos neste contexto? Como nos relacionaremos nesta nova era? São muitos os desafios aos quais Rushkoff discute por meio do que ele denomina de dez questões essenciais para a convivência na era digital.
As 10 questões é leitura ímpar e necessária por tratar o tema de forma não mitifica a convivência na internet e abrir debate sobre o mundo em que vivemos, cheio de possibilidades, limitações e desafios.
Vou deixar o próprio Rushkoff se pronunciar, para que você, leitor, possa tirar as próprias conclusões e, quem sabe, acessar a obra na íntegra.
Rushkoff - Primeiro Tempo - as dez questões essenciais
1. Tempo - não fique ligado o tempo todo Nossos computadores vivem nos tic-tacs do relógio. Nós vivemos nos grandes intervalos entre esses tic-tacs, quando o tempo realmente flui. Estando “sempre ligados”, nós entregamos o tempo para uma tecnologia que não conhece nem precisa disso. P. 37 2. Lugar - viva em pessoa Reconhecendo a tendência da mídia digital para deslocamento, estamos habilitados a explorar seu poder de promover interatividade por meio de longa distância ao mesmo tempo em que prazer vamos nós habilidades de enganar sem a sua interferência quando desejamos um conectar localmente., p. 48. 3. Escolha - você sempre pode escolher nenhuma das anteriores A tendência da tecnologia digital em direção a escolhas forçadas nos encaixa muito bem nos nossos papéis de consumidores, reforçando essa noção de escolha como de algum modo libertadora enquanto transforma as nossas vidas interativas em alimentos para pesquisa de consumidores. Sites da web e programas tornam-se laboratórios no quais nossos toques de teclados e clique de mouse são medidos e comparados, cada escolha sendo registrada por sua capacidade de prever e influenciar a próxima., p. 57. 4. Complexidade - você nunca estará completamente certo Um coletor de informação digital tende a ter uma abordagem ao conhecimento oposta a de seus ancestrais da era da escrita, que viam a pesquisa como uma desculpa para sentar e ler livros antigos. Em vez disso, a pesquisa pela internet é mais engajar-se com os dados com o propósito de dispensá-los e seguir adiante - como uma revista que se folheia não para ler, mas a para mas para ter certeza que não existe nada que tem de ser lido. A leitura torna-se um processo de eliminação em vez de profundo engajamento. A vida se torna a respeito de comonão saber o que não se tem de saber., p. 67. 5. Escala - não existe tamanho único Em um mundo tão cheio de representações como nosso, é fácil ficarmos tão encantados por sinais que perdermos de vista o aqui e o agora. Como os pós-modernistas nos lembrariam: temos coisas, temos sinais para coisas e temos símbolos de sinais. O que esses filósofos temiam era que, como viéssemos a viver em um mundo definido mais por símbolos, perderíamos contato por completo com a coisa real; nos tornaríamos encantados pela nossa realidade simulada; e nos desligaríamos as pessoas e dos lugares pelos quais temos apreço., p. 84. 6. Identidade - seja você mesmo Quanto mais anonimamente nos engajamos com os outros, menos vivenciamos as repercussões do que dizemos e fazemos., p. 87. 7. Social - não venda seus amigos Amizades, tanto virtuais quanto de carne e osso, realmente criam valor. Mas isso não quer dizer que as pessoas em nossas vidas devam ser entendidas como bens de natureza geral que possam ser arrebanhadas e contadas. Pessoas não são coisas que possam ser vendidas em poções, mas seres viventes de uma rede cujo valor apenas pode ser compreendido em um contexto social e de livre fluxo. Estamos ainda por descobrir qual seria esse valor., p. 106. 8. Fato - fale a verdade O modo de prosperar em um espaço de mídia que tende para não ficção e dizer a verdade. Isso significa ter uma verdade para dizer., p. 119. 9. Compartilhe, não roube Quer estejamos ou não nos direcionando para consciência compartilhada, essa "curva de aprendizagem" deveria ainda está em curso. Em suma, necessitamos desenvolver os modos e a ética que faça o viver e o trabalhar juntos, sob essas condições, agradáveis e produtivos para todos nós., p. 126-127. 10. Propósito - programe ou será programado Programação é o ponto de impacto, o ponto de apoio de alavancagem significativa em uma sociedade digital. Se não aprendemos a programar, arriscamos a ser programados., p. 142.
Segundo tempo com Rushkoff "Quanto mais complexas nossas tecnologias se tornam e mais impenetráveis em suas tomadas de decisão (especialmente para nossos cérebros recentemente simplificados com o essencial), tanto mais dependente delas nos tornamos.", p. 67. "Em vez de aprender sobre nossa tecnologia, optamos por um mundo em que a tecnologia aprende a 《nosso respeito 》É nosso servo, afinal de contas, então por que não faz apenas aquilo que sabe que nós queremos e entrega isso de modo que puder? Porque quanto menos soubermos sobre como trabalha, tanto mais estamos inclinados a aceitar seus modelos simplificados como sendo realidade. Suas recomendações de restaurantes substituem nosso conhecimento pessoal da nossa vizinhança; seus mapas falantes substituem nosso conhecimento de nossas ruas (bem como a lógica ou falta de lógica no seu traçado); seus sinais de alerta do pregão da Bolsa verdes ou vermelhos substituem nossa experiência de valor e bem-estar.",p.68
E o terceiro tempo? Há esse tempo será todo seu, leitor.
O que é? As 10 questões essenciais da era digital - programe seu futuro para não ser programado por ele {livro}
Quem escreveu? Douglas Rushkoff
De qual editora? Saraiva,
Quando foi lançado? 2012
Até a próxima!

Quando criança minha filha não gostava das músicas que eu ouvia. No carro só era eu colocar blues ou MPB que ela reclamava.
Certo dia chegamos ao clímax da discussão, coloquei uma música de Bob Marley, e ela nem quis conversar e já foi desligando o aparelho de som. Alguns instantes depois ela ligou o aparelho e colocou, na época, um CD de preferência dela. Imediatamente desliguei o aparelho e ela perguntou o porquê da minha atitude. Disse a ela que não era democrático a gente só ouvir as músicas que ela gostava. Ficamos em silêncio e dias depois iniciamos um longo processo de aprender a ouvir músicas juntos.
Com ela tive momentos gostosos de audição. Aprendi a ouvir Charlie Brown Jr., O Rappa e Pitty. Comigo ela aprendeu a ouvir BB King, Alpha Blondy, Paul Simon e Prince, por exemplo.
Tive o privilégio de curtir toda a adolescência de minha filha, tanto para ouvir música, quanto para assistir a filmes ou passear no parque.
Dias desses ela me chamou para ver o documentário Summer of Soul sobre o lendário Harlem Cultural Festival de 1969, que celebrou a música e a cultura afro-americana e promoveu o orgulho e a unidade negra estadunidense. O Harlem Cultural aconteceu simultâneo ao Festival de Woodstock. Este ficou mundialmente conhecido como um acontecimento revolucionário nas artes na década de 1960.
Quando ela me convidou, lembrei da história que contei para vocês e aqueles momentos de audição vieram fortes. Ela estava muito empolgada e dizia que já havia assistido o documentário e queria assistir novamente comigo.
Ao contrário do Woodstock, Harlem Cultural Festival ficou no ostracismo, esquecido, invisível na história da música estadunidense. A mídia só teve olhos para registrar Woodstock nesses anos todos. Até que alguém descobre as fitas do Harlem Cultural Festival e resolve produzir coletivamente o documentário Summer of Soul: um presente para os que gostam de música.
Ver Nina Simone dançando, tocando e cantando foi um momento ímpar. E BB King na guitarra? Que momentos. E Stevie Wonder? Que voz! Ainda não havia experimentado assistir a Stevie tocando bateria.
Ao ver tanta gente cantando e inspirando as pessoas do Harlem com aquelas músicas ritmadas em gospel, blues e tantos outros ritmos afros, fiquei pasmado com o que vi. O interessante foi que eu não conhecia muitos daqueles músicos maravilhosos. Foi um momento de muita aprendizagem e entretenimento.
Mais maravilhoso ainda foi olhar para minha história de vida e perceber o quanto a música me ajudou a viver.
Até a próxima!
Dados da obra
O que é? Summer of Soul {Documentário}
Quem dirigiu? Questlove
Quem editou? Joshua L. Pearson
De quando é? 2021
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Se um extraterrestre viesse à Terra e fosse ao cinema e lá assistisse a filmes sobre discriminação, preconceito e racismo, é bem provável que ele saísse da sala escura pensando ter assistido a um filme de terror, de suspense no mínimo, não pensaria que filmes sobre as temáticas acima são em geral classificados no gênero drama. Mas o filme Master (Fantasmas do passado) vai na contramão das construções narrativas tradicionais e cria uma história misto de terror e suspense, tratando da questão do racismo.
A abordagem lembra situações corriqueiras que hoje já aparecem nos meios de comunicação, com depoimentos de pessoas que são discriminadas no dia a dia por ter cabelo diferente, ou da pessoa perseguida em uma loja pelo fato de ter pele escura, ou mesmo situações de pessoas serem perseguidas e xingadas por motivo fútil, em que a cor da pele vira argumento de discriminação: são cenas horror. A cada minuto é um suspense: “Será que vão me abordar?”, “Vão querer revistar minha bolsa?”, “Serei alvo de bala perdida?”. São perguntas difíceis de se fazer, mas necessárias para reflexão.
Voltando a Master, o filme conta a história de três mulheres que por caminhos diferentes ingressam em uma universidade de elite estadunidense. A narrativa explora a simbolização dos fantasmas como elementos que atravessam os espíritos das pessoas em algum momento da vida, trazendo desconfortos e medos diante das situações corriqueiras de convivência. Serão os fantasmas sobrenaturais?
Em Master, os fantasmas se repetem e recuperam coisas do passado, ocasionando experiências dolorosas quanto às vivências étnicas aos quais os negros têm de passar. Os fantasmas criam os medos sociais, causam assombro, destroem identidades. Os fantasmas são dissimulados, pois a gente nunca sabe se aquilo é real ou coisa da imaginação, enquanto sente no mais profundo do ser.
Os fantasmas afetam nossos lugares de fala, de posição social, de gênero, de sexualidade, de pensamento e de sentimento. Eles podem fazer a gente desistir de tudo e de todos. Os fantasmas não nos divertem. Eles trazem assombro nos jogando para a marginalidade e para a inadequação, mas é preciso viver, refletir e resistir.E nada melhor para refletir do que ver essas construções simbólicas como Master que brincam com os gêneros discursivos de maneira transgressiva para nos alertar e nos convocar a pensar mais sobre os males advindos dos diversos modos de separação social: de gênero, de raça, de classe, de idade e por aí vai.
O que é? Master (Fantasmas do passado) Quem escreveu e dirigiu? Mariana Diallo Quem atuou? Regina Hall, Zoe Renee e Amber Gray Quanto tempo? 1h 39min
Até a próxima!
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Violência Simbólica: “É uma forma de coação que se apoia no reconhecimento de uma imposição determinada, seja esta econômica, social, cultural, institucional ou simbólica.” Fonte: Wikipédia.
Violência Simbólica de A a Z
a) adulto ameaça que vai bater na criança quando ela faz alguma traquinagem
b) depois do término do relacionamento homem ronda casa da ex-mulher, ameaçando espancá-la, caso a ex inicie um novo relacionamento
d) pessoa conta uma piada indesejada, mas quem é motivo da piada não pode reclamar, pois é uma “brincadeirinha”
e) vizinho põe o som bem alto, impedindo os demais de descansar
f) motorista “corta” outro e o xinga na rua por motivo fútil
g) rapaz mexe com moça todos os dias, pois acha que ela está bancando a “difícil” e que ceder à sedução imaginária criada por ele
h) patroa, mesmo sabendo que já passou o horário de trabalho da empregada, a deixa no trabalho esperando, sem avisar, pois ela, a patroa, precisa se divertir um pouco
i) vizinhos ficam conversando até a madrugada, impedindo os demais de dormir
j) crianças ficam presas em casa sozinhas, porque os pais precisam ir para a balada
k) patrão liga na madrugada para falar de trabalho
l) pessoa persegue outra por causa da cor da pele: no supermercado, no shopping center…
m) pessoa xinga outra porque a pessoa xingada é homossexual
n) pessoa bisbilhota, sem autorização, os dados do celular de outra pessoa
o) pessoa ridiculariza outra, porque a ridicularizada usa roupa não convencional
p) pessoa tem bolsa revistada por ser negra ou pobre
r) professor constrange aluno por este não ter conhecimento da disciplina
s) estudante promete agredir professor porque não gostou de algo que o professor fez ou disse
t) pais ameaçam bater em professor porque o filho fez alguma reclamação fútil
u) estudantes pregam trote em estudantes novatos. Ninguém sabe o porquê do trote
v) vizinho invade terreno de vizinho, sabendo que não tem direito para tal
w) pessoa é revistada de maneira brusca porque mora na periferia
x) pessoa é maltratada porque ocupa função hierárquica inferior na empresa
y) pessoa invade fila porque está com pressa
z) pessoa pede para outra guardar lugar em fila, enquanto fica passeando no supermercado
Até a próxima!
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Ir ao cinema mais de uma vez para assistir ao mesmo filme, ficar horas na fila para não perder o filme preferido, envolver-se com a narrativa e deixar os humores aflorarem, sorrir quando tem de sorrir, chorar quando tem de chorar, compadecer-se, irritar-se, pular de alegria.
Essas são algumas das dimensões que nos impulsionam para uma ida ao cinema, um espaço singular da experiência humana, lugar que nos tira de casa e mobiliza nossos desejos e aspirações por meio de ficções e casos reais representados que podem transformar a nossa vida.
Foi na perspectiva dos afetos vindos do cinema que me deliciei com a série documental A ótica do cinema (122 min), que transborda efeitos imagéticos comentados para alcançar o espectador com a magia da sétima arte.
Que tal fazer participar das primeiras experiências de uma jovem ao assistir ao filme Tubarão? Ou mesmo mergulhar nos meandros do sentimento de vingança tão comum nos filmes e tão presente em nós? E como não gostar da construção do personagem, mas mesmo assim aprender muito com a forma como a narrativa o conduz? Esses são apenas alguns dos desafios contidos na série que vai fazer você reviver um pouco da arte do cinema.
A ótica do cinema ainda tem um episódio dedicado a estabelecer paralelos e contrastes entre a TV e o cinema, demonstrando como são singulares essas linguagens audiovisuais que invadiram as lentes dos espectadores durante o século XX e se reinventaram no século XXI.
Há um episódio sobre os bastidores das animações, mostrando como essa arte pode se apropriar dos novos recursos técnicos, um convite à imaginação e também um desafio diante de um mundo complexo.
O espectador verá como um filme de expressão simples pode produzir leituras intensas sobre as questões sociais que povoam nossa vida cotidiana: em cada episódio da série, uma nova aventura.
Pegue a pipoca, apague as luzes e viaje em A ótica do cinema.
Dados da obras . O que é? A ótica do cinema . Onde assisto? Plataforma Netflix . Quanto tempo é? 122 min . Quando foi lançado? 2021 . Quais são os capítulos 1. O verão de tubarão - 17 min 2. O apelo da vingança - 18 min 3. Mas eu não gosto dele - 23 min 4. De que cada um gosta - 22 min 5. Cinema x Televisão - 20 min 6. Profano e profundo - 22 min
Até a próxima
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Se você teve a oportunidade de assistir a Os intocáveis, O poderoso chefão, Era uma vez na América, Os bons companheiros, vai se entusiasmar em assistir à Família Soprano, série televisiva de seis temporadas (a sexta temporada é subdividida em A e B), em uma jornada de 86 episódios. A série mergulha nos meandros das contravenções nos Estados Unidos durante a passagem do século XX ao século XXI.
Família Soprano dá novo status às séries televisivas ao incorporar os novos recursos técnicos já usados no cinema, com atores e diretores diferenciados para a construção de uma narrativa que traz para a televisão a produção de vídeo não só como técnica, mas como arte.
Depois de assistir à Família Soprano sobrevieram as seguintes ideias:
Homofobia Religião Família Contravenção Milícias Lavagem de dinheiro Corrupção Violência, Violência contra a mulher Cinema Estado paralelo Racismo Imigração Contrabando Traição Drogas Velhice Remédios Vingança Código de conduta Morte Intolerância Linchamento Destruição do ambiente Agiotagem Jogos Sexo Violência, Amor, Desamor.
Tudo assim mesmo misturado, em sequências que deixam a gente sem fôlego. São muitos temas tratados na série, que, a partir das situações de contravenção dos personagens, discute assuntos tão prementes para o início dos anos 2000 e tão atuais para os dias de hoje.
A série é uma parceira de A máfia no divã, só que não mais presa ao gênero comédia, como no filme, mas navegando entre o trágico, a ação, o humor e o suspense, na busca para retratar em ficção a questão da violência tão visível nos nossos dias.
Um ponto de destaque na trama é a referência a diversas obras cinematográficas, o que dá um colorido especial aos episódios e nos faz rememorar pequenos trechos da história do cinema.
Até a próxima!
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