O pensamento de Wallace Wang

Imagem O pensamento de Wallace Wang
Até a próxima!

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#EducarNaPraxe 

Transforme recursos tecnológicos em recursos educacionais

Recursos tecnológicos - recursos educacionais
Boa parte dos profissionais possuem uma caixa de ferramentas para as atividades do dia a dia.
O carpinteiro precisa de serrote, prego e martelo; o pedreiro precisa de colher de pedreiro, fita de medição e lápis; o eletricista precisa de chave de fenda, fita colante para fios e alicate; o advogado precisa do acervo eletrônico e impresso dos diversos documentos legais. A lista aqui seria infinita.
O professor também precisa ter a própria caixa de ferramentas para fazer face à labuta do dia a dia.
Uma caixa de ferramentas para professores ficaria muito cheia, pois muitos instrumentos existentes no mundo podem se transformar em recursos educacionais.
O E-Praxe fez uma lista para você montar sua caixa básica de ferramentas. Esta caixa é de instrumentos tecnológicos de uso cotidiano, que a gente acaba esquecendo que podem ser excelentes recursos educacionais.
Vamos Lá?
·         Caixa de som – para trabalhos didáticos com música, teatro, jogral e tudo que envolver transmissão de fala dos participantes da mediação pedagógica este recurso será bem-vindo. Uma boa pedida são as caixas com recurso bluetooth, que são encontradas com facilidade no mercado. Se possível opte pelas caixas que possuem conectores para dispositivos que ainda não têm rede sem fio e são acionados por meio de cabos, pois nunca se sabe em que ambiente você terá de atuar.
·         Mouse sem fio – este recurso é ótimo para dar mobilidade ao educador, que poderá realizar aulas dialogadas junto dos educandos, sem precisar toda hora ir à mesa do desktop da sala de aula para acionamento do computador.
·         Apontador eletrônico – dispositivo muito utilizado pelos apresentadores, agora é de uso corrente dos profissionais de educação. Alguns destes equipamentos funcionam como um mouse sem fio (um mouse desajeitado por sinal) e dão possibilidade de acionar vídeos e músicas do computador a distância.
·         Teclado sem fio – acha extravagante ter um? Não há coisa melhor do que manipular o computador a distância, no meio da turma, sem precisar criar aqueles movimentos distraidores de ir e voltar ao desktop para utilizar o recurso educacional.
·         Tablet –com o advento dos smartphones, o tablet tem sido deixado para trás, mas facilita o trabalho do educador, pois com ele é possível fazer leituras dirigidas em sala de aula e consultar um site ao mesmo tempo. A depender da marca e do sistema operacional, o educador ainda poderá fazer espelhamento da tela do tablet para o computador ou utilizar o tablet como um dispositivo múltiplo de manipulação do desktop por meio da utilização de recursos de mouse, teclado e apresentador eletrônico.
·         Smartphone – este equipamento tem despontado como recurso educacional muito útil em sala de aula. Nele o professor pode realizar conversação on-line com o grupo, mandar mensagens instantâneas, fazer troca de e-mails, visualizar vídeos na internet. As possibilidades são múltiplas. Leve este pequeno-poderoso para a sala de aula. Alguns profissionais optam por celulares de telas maiores para que estes façam as vezes do tablet.
Vamos parar por aqui?
Existem bem mais recursos tecnológicos que a gente pode transformar em recursos educacionais. Para isto precisamos ter domínio na utilização da ferramenta, conhecer bem dos fundamentos de didática e estar disponível para arriscar-se no mundo das novas tecnologias da informação e comunicação, transformando as os diversos artefatos existentes em soluções criativas para a promoção da aprendizagem organizacional.
Lembre-se: enquanto não for utilizado para a promoção da aprendizagem, recursos tecnológicos são só recursos tecnológicos. Cabe a você ousar, criar, avaliar e usar.
Até a próxima!

Repensar o design em educação

Imagem parte da capa do livro Pensamentos sobre design
Quem trabalha com educação quase sempre precisa produzir os próprios recursos didáticos.
Às vezes o educador tem um desempenho excelente, mas trabalha com material didático mal elaborado, com problemas no formato das informações.
A rotina faz o professor se acostumar com isto, afinal de contas ele não precisa ser design para trabalhar com ensino-aprendizagem.
A gente não precisa conhecer as especificidades de Design Gráfico, organização de multimídia ou elaboração sofisticada de layout de páginas, mas é necessário pelo menos saber os princípios dessas áreas de conhecimento para interagir com os prestadores de serviços desses campos profissionais na hora de solicitara produção de algum recurso educacional.
Sobre o livro
Em design, um livro bem acessível, e que ainda é um clássico da área, é o Pensamentos sobre design, de Paul Rand.
Na obra o autor situa o leitor sobre os fundamentos do design, trabalhando assuntos como comunicação visual, persuasão e informação, bem como a articulação entre forma e conteúdo na construção de peças que transmitam informação relevante.
O livro é estruturado com textos curtos, como se fossem crônicas – um diálogo entre o designer e os leitores, traduzindo para os leigos as nuances da comunicação visual.
Acompanha os textos um conjunto de imagens de peças de design, a maioria construída pelo autor, com observações a respeito do processo de criação dessa área do saber.
O material é em preto e branco e, como não poderia deixar de ser, possui um design ímpar. Nele a forma e o conteúdo se entrelaçam, produzindo uma mensagem clara, coerente e com estética bem elaborada.
Para os educadores que pretendem produzir os próprios materiais didáticos, Pensamentos sobre designé uma leitura recomendável; além disto o livro foi construído em forma de obra de arte, em que textos e imagens se juntam para produzir sensações prazerosas em nossos sentidos.
Até a próxima!
Que livro é esse?Pensamentos sobre design
Quem escreveu?Paul Rand
Quem editou? Martins Fontes

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O pensamento de Sêneca

Imagem O pensamento de Sêneca
Até a próxima!

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A educação pela linguagem audiovisual

Imagem do livro Estratégias do Olhar Fotográfico
Aqui no E-Praxe, boa parte das publicações têm como objetivo trazer informações sobre a formação sociocultural do educador, além de assuntos sobre didática, é claro!
Um assunto que está recorrente em nosso portal se refere à linguagem visual em educação, pois, no mundo das mídias sociais digitais e das multimídias, é vital para os profissionais de educação aprenderem mais sobre a sintaxe da linguagem visual.
Livros como o de Adriano Miranda, Estratégias do olhar fotográfico – teoria e prática da linguagem visual, contribuem sobremaneira para quem é da área de educação possa compreender como as imagens podem contribuir para a promoção de aprendizagens significativas.
Sobre o livro
Estratégias do olhar fotográfico traz um olhar sobre a fotografia de maneira leve e certeira. Nele Adriano Marinho apresenta os elementos formais para construção de boas imagens, fazendo o leitor, aos poucos, ir entendendo os rudimentos da boa produção fotográfica.
Com a preocupação que vai além do simples registro de imagens, o autor discorre sobre composição, abordando temas como sobreposição, peso de imagem, ritmo da fotografia e uso de grades como basilares para o interessado em fotografia possa construir histórias, ou melhor, propósitos ao registrar o mundo em que vivemos.
O livro demonstra de forma simples como usar a criatividade para construção de imagens que sejam produtoras de mensagens.
Para incentivar o processo criativo do leitor, Adriano conta histórias, traz depoimentos de reconhecidos fotógrafos e ainda sugere exercícios de construção de imagens para que o aspirante a fotógrafo se aprimore a cada capítulo lido.
As imagens contidas no livro ajudam também no processo de aprendizagem e ainda vêm acompanhadas de um ícone para nos ajudar a melhor posicionar a câmera no objeto a ser fotografado.
Mas educador precisa aprender a fotografar? Quem sabe? Mas uma coisa é certa, precisamos entender a lógica de criação de imagens. Imagens que sejam relevantes para promover a aprendizagem.
Que é isto? Estratégias do olhar fotográfico – teoria e prática da linguagem visual
Quem escreveu? Adriano Miranda
Quem editou? Paulus
Até a próxima!

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O pensamento de Tomás de Aquino

Até a próxima!

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Rituais de Leitura – o prazer de mergulhar no texto

Rituais de Leitura - o prazer de mergulhar no texto
O gostar de ler impulsiona alguns hábitos que podem ser compartilhados. No primeiro contato com o livro analiso a capa, olhos as imagens, verifico de que editora é a obra e aprecio as cores. Depois vou para a quarta capa buscar mais informações. A partir daqui já é possível verificar se levo ou não levo. Seguindo em frente passeio pelas orelhas e vou esmiuçar cada item do sumário. Já com o livro comprado, leio a apresentação e a conclusão, observando se fiz a compra adequada, pois nem sempre a gente acerta. Depois é a vez da introdução. Agora já tenho noção da estrutura do livro; pego um clips e marco a página do primeiro capítulo para continuidade da leitura. Em seguida leio todas as notas e vou a cada trecho que se refere à nota para ver se não há necessidade de alguma consulta básica preliminar. Da leitura das notas, passo para análise da bibliografia para ver que linha de pensamento o escritor utiliza. Agora sim! Começo a leitura. Durante a jornada leitora vou a fontes externas se achar necessário. A leitura se torna hipertextual: tudo que for referente ao conteúdo do livro passa a ser motivo de curiosidade e pesquisa. Se for necessário, faço anotações para uso posterior em alguma produção própria. E você? Como faz sua leitura? Já tem um ritual? Até a próxima!

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O pensamento de Bacherlard

Imagem O pensamento de Bacherlard

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O pensamento de W. Sobbet

Imagem O pensamento de W. Sobbet
Até a próxima!

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Olha a inteligência artificial aí!

Capa da Revista FAPESP número 275
 
Gente, já escrevemos aqui sobre a revista Pesquisa FAPESP, quando o periódico tratou do tema dos algoritmos.
Agora em janeiro/2019 a Revista surpreende o leitor com o assunto Inteligência Artificial (AI).
Olha, inteligência artificial e algoritmos são dois temos da área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) de interesse de qualquer educador.
O conjunto de textos sobre AI é bem organizado e dá um panorama a respeito dessa área do saber tão importante na época atual.
Mas a Revista não se prende somente à temática da AI, na edição de janeiro, há assuntos como literatura de cordel, anestésicos como psicodélicos e vacina contra a dengue.
A Pesquisa FAPESP é um arauto de informações sobre ciências, que pode ser lida tanto pelos profissionais das áreas científicas, quanto pelas pessoas leigas que desejam obter mais informações sobre a produção de conhecimento no Brasil.
A Revista tem um quadro regular denominado Boas Práticas, que discute a atuação do pesquisador quanto a atitudes diante da profissão.
Um detalhe: a capa foi muito bem produzida, trazendo a imagem de um robô, pensando; nada mais pertinente.
O leitor tem duas opções de acesso: comprar a revista nas bancas ou acessar o site da revista no endereço Revista FAPESP.
➤ Que é isto? Revista Pesquisa FAPESP nº.  275 ➤ Quem produziu? Fundação do Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP ➤ Quando foi? Janeiro/2019
Até a próxima!

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O pensamento de Norberto Bobbio

Imagem O pensamento de Norberto Bobbio
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Use o Joomla! na gestão do conhecimento

Imagem post Joomla! - produção própria
O Joomla! é um sistema de gerenciamento de conteúdos em código aberto para criação de plataformas digitais abertas e colaborativas.
Gerenciadores de conteúdos são ferramentas para a construção de ambientes digitais abertos para compartilhamento de informações relevantes de interesse de uma comunidade. São também conhecidos como CMS (Content Management System).
Com este CMS você pode fazer coisas como:
  • criar páginas WEB para a empresa com interface amigável
  • organizar sites responsivos, que possibilitam leitura agradável a partir de diversos tipos de dispositivos
  • criar enquetes para mapear as necessidades dos funcionários
  • elaborar sistemas de mensagens periódicas para manter a turma atualizada sobre a cultura da empresa
  • gerenciar blogs e comunidades de práticas, criando um genuíno ambiente colaborativo na instituição
  • construir cadastros sofisticados para repositório dos currículos dos trabalhadores
  • elaborar tutoriais relevantes para treinamento de pessoal
E isto não é privilégio de grandes conglomerados, as micro e pequenas empresas podem utilizar desta ferramenta para fomentar a cultura do compartilhamento de competências nas organizações.
  • Conta mais, conta mais!
Por ser um software livre de código aberto, a empresa passa a ter controle sobre as instalações e configurações da plataforma, o que hoje se torna uma vantagem competitiva.
Além disto, depois de a ferramenta instalada, a gestão dos conteúdos pode ser compartilhada com os funcionários, o que pode trazer benefícios para todos.
Mas software livre não é difícil de usar?
Ora, ora! Qualquer ferramenta digital que a empresa adquirir trará obstáculos que precisarão ser vencidos.
Mas isto não vai dar muito trabalho?
É claro! Qualquer jornada de aprendizagem exige um percurso de trabalho árduo.
E outra coisa: por ser um software livre, o Joomla! abre caminho para que empresas menores entrem no mundo da gestão do conhecimento; salto este necessário para qualquer instituição que deseje crescer no mercado atual.
Onde busco informações sobre o Joomla!?
Há muitas comunidades no ciberespaço que compartilham informações sobre o Joomla!. Para quem está iniciando, o site oficial do gerenciador de conteúdos é uma boa opção.
Se você tem necessidade do contato face a face, participe do Joomla! Day, que tem encontros periódicos para discutir os rumos dos usos da plataforma.
Então? O que você está esperando para saber mais sobre este CMS?
+Net:
+Livros:
  • Dominando Joomla! – do iniciante ao profissional, de Dan Rahmel
  • O livro oficial do Joomla!, de Jennifer Marriott e Elin Waring
Até a próxima!

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