Ofício de Educador
Itinerário de um educador analógico-digital
Tela de transparência para uso em retroprojetor
Um gravador portátil de fitas cassetes
Aprendizagens Móvel e Ubíqua
Que bom seria se os educadores que atuam nos ambientes educacionais presenciais físicos se dedicassem a aprender mais sobre a aprendizagem presencial digital, ou seja, as aprendizagens a distância mediadas por dispositivos móveis (tablets, smartphones, consoles de games e outros) e as aprendizagens mediadas em diferentes espaços e lugares (ubíqua).
Um convite a essa aproximação é o livro M-Learning e U-Learning, que trata da educação nos novos tempos e espaços.
O livro é bem organizado, trazendo informações sobre temas como informação, aprendizagem, conhecimento e competências. Depois discute os conceitos de M-Learning, e U/Learning diante da nova, mas já incorporada noção de E-Learning.
Mas a obra não se limita aos conceitos anteriores e aborda alguns pontos das novas tecnologias móveis e ubíquas, tocando em assuntos como contextos, metodologias, práticas e mediação pedagógica para aplicação nesse novo contexto.
Outros temas trazidos no texto são a avaliação educacional e a abordagem interacionista (“construtivista sistêmico-complexo”) para as aprendizagens móvel e ubíqua. Aqui as concepções de caráter problematizador são tratadas como um dos caminhos para atuar nesse contexto diferenciado.
Há um capítulo em que são trazidas algumas experiências de M-Learning e U-Learning que foram acompanhadas pelos autores, o que facilitam o entendimento a respeito da aplicação dessas modalidades de educação no contexto educacional brasileiro.
O livro é bem coeso na condução das ideias relativas ao M-Learning e U-Learning tratando em um contínuo aprendizagem, tecnologias, abordagens didáticas e experiências. Como foi escrito em 2010, há necessidade de atualização sobre as novas tecnologias para os contextos móveis e ubíquos de aprendizagem.
M-Learning e U-Learning é uma leitura pertinente tanto para os educadores “integrados”, aqueles que abraçaram as tecnologias digitais, quanto para os “apocalípticos”, aqueles que valorizam a educação presencial física e se afastam das novas facilidades que a computação educacional pode trazer.
E agora? Agora é hora da leitura atenta do texto: de se aproximar cada vez mais das novidades tecnológicas e educacionais, para exercer o papel crítico que todo educador deve ter quanto à própria prática profissional.
Até a próxima!
O que eu li? M-Learning e U-Learning – novas perspectivas da aprendi§zanguem móvel e ubíqua
De quem é o texto? Amarolinda Saccol, Eliane Schiemmer e Jorge Barbosa
Quando o texto foi escrito? 2010
Quem editou o texto? Editora Pearson
O que eu achei do texto? Muito Bom!
Pensando com os Sentidos
Ou a leitura construindo sentidos em minha vida
Pensando com os Sentidos nasceu de uma pergunta que vez por outra aparece no Facebook: “Que você está pensando?”. Disto surgiu a ideia de escrever textos com as questões: Pensando com os olhos e Pensando com os ouvidos. Aqui no blog esta ideias se traduzem com a questão Pensando com os Sentidos, que se expressa aqui por meio de comentários sobre livros e discos que li, porque há em mim uma sede de leitura.
E ler é uma sensação difícil de expressar. Para mim, que adoro dançar, a leitura é como entrar em uma casa de dança e ver as pessoas em movimentos harmoniosos sob luzes multicoloridas. Todos suadas só pensando em relaxar, integrando corpo e espírito; é também, para quem gosta do mar, pegar as ondas das ondas e navegar sobre as águas vigorosas num ritmo também dançante e desafiador ; é tomar aquele vinho à noite, em casa, depois de um dia extenuante, sentindo o corpo cada vez mais distenso.
É como o atleta corredor que chega ao final da jornada e nem pensa sobre quem venceu ou perdeu o intento.
Ler é a própria totalidade, pois integra o corpo, a mente e o espírito, sendo, ao mesmo tempo, um estado de zen, de um mergulho na própria racionalidade.
Boas Leituras!
Teatro do Oprimido
O outro lado dos contos de fadas
Acordais para a arte de contar histórias
Acordais – Fundamentos Teórico-Práticos da Arte de Contar Histórias
Observação: a autora lançou outro livro sobre a arte de contar histórias, cujo nome é A arte da palavra e da escuta, em parceria com Adriana Peliano, que é uma ampliação de Acordais.
Reinventando as Favelas
A refavela nossa de cada dia!
No final da década de 1970 eu era um adolescente em turbilhão. Passava o dia inteiro na rua e só queria saber de futebol, dominó e jogar gude.
No início das férias escolares dos meus 15 anos, ela decretou que eu ficaria em casa, que não iria para a rua.
Lá fui eu para a casa do meu tio. Apesar da companhia dos meus primos e da comida gostosa que havia por lá, o que eu queria mesmo era vadiar, ficar nas ruas com os amigos.
Na casa do meu tio, a esposa dele me mostrou uma coleção de discos (LP). Um disco chamou a minha atenção: era Refavela, de Gilberto Gil: um disco diferente, com uma batida inovadora, das coisas que havia na Bahia, mas de algo que para mim ainda não era muito bem curtido: as batidas africanas.
Não sabia eu que aquele era um clássico na carreira de Gil, em que ele trocava figurinhas com o Ilê Ayê, mostrando uma diferenciada forma de fazer música brasileira. Não havia ainda percebido as origens das origens de toda a música baiana que iria transbordar nos anos 1980 e 1990, com base nos ritmos sincopados de sons como o da música Patuscada de Gandhi.
Foi ouvindo diversas vezes aquele disco que eu pude perceber que o melhor lugar do mundo é Aqui e Agora!
Design Thinking e Educação
Aprender mais sobre planejamento didático
Saiu um livro interessante sobre Design Thinking (DT) e educação no mercado editorial brasileiro.
Baixar o livro Calendário Poético
Calendário Poético – PDF
Em formato EPUB:
Calendário Poético – Epub















