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Educar para emancipar – eis a questão
É por causa disto que precisamos ser redundantes utilizando complementos que designem educação como elemento de autonomia (Freire) ou emancipação (Adorno).
Educação e emancipação é um livro de reflexão política, midiática e educacional de Adorno, que reúne palestras e debates do autor ocorridos no período de 1959 a 1969.
As palestras foram O que significa elaborar o passado(1959), A filosofia e os professores (1961), Tabus acerca do magistério (1965) e Educação após Auschwitz (1965). Os debates foram Televisão e formação (1963), Educação para quê? (1966), A educação contra a barbárie (1968) e Educação e emancipação (1969).
O conjunto da comunicação contido na obra é um movimento de uma dialética de esclarecimento, em que o autor entra em conversação com a sociedade para discutir como elementos da cultura, da política e das tecnologias interferem no processo de educação para emancipação das pessoas.
Apesar de ter posicionamento crítico a respeito dos meios técnicos inerentes à cultura de massa, Adorno não se furtou de utilizar-se do rádio, na época, para promover discussões abertas sobre os problemas sociais que ocorriam no mundo nas décadas de 1950 e 1960.
Ir a debates e participar de palestras eram sinalizações da abertura do autor para a construção do diálogo. Este foi um diferencial de Adorno, que soube pensar o mundo em que vivia e estabelecer pontes para a discussão das questões sociais em que ele estava inserido: um intelectual atuante tanto no âmbito das teorizações, quanto da vivência cotidiana.
Para nós professores, ler Educação e emancipaçãoé essencial, mesmo que venhamos a discordar do posicionamento sociopolítico do autor, mas é uma oportunidade de também abrirmos caminhos para compreensão dos grandes problemas de ordem social pelos quais estamos passando.
Afinal de contas, o trabalho do professor não se restringe somente às interações em sala de aula, mas está inserido em tudo que fazemos como profissionais da educação.
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