Os andarilhos da utopia

Imagem Paulo Freire - o andarilho da Utopia

Em outubro deste ano, Salvador teve o privilégio de assistir ao espetáculo Paulo Freire – o andarilho da utopia. A peça, mais do que um retrato sobre o educador brasileiro se traduz em um momento de alegria em ver pessoas reunidas em um momento de utopia em que a energia está canalizada para o bem da humanidade.
A obra de arte é um misto de filosofia, ciência e arte em benefício da educação. O projeto artístico é um monólogo em forma de cantorias e declamações feitas por Richard Riguetti, ator de teatro e profissional circense, com 40 anos de vivências nas artes da representação; com Junio Santos no processo de dramaturgia e Luiz Antonio Rocha no trabalho de encenação.
A construção teatral navega por representações da literatura, entrecortando caminhos da poética da música popular brasileira. O teatro, a música e a poesia se encontram e produzem um efeito simbólico expressivo.
Paulo Freire – o andarilho da utopia trabalha com a sutilidade ao utilizar-se de figuras de linguagem para construir o itinerário poético-filosófico do educador da Pedagogia da Autonomia. É um olhar diferente, pois estamos acostumados a ler Freire como um trabalhador da educação e da política e por vezes esquecemos o quanto de poético há nos escritos deste autor da intelectualidade brasileira.
Segundo os autores da obra, a proposta é produzir uma peça artística junto com os espectadores, fazendo com que, em alguns momentos, o público faça pequenas intervenções na construção artística.
Antes do início da peça, o ator-protagonista passeia pela portaria do teatro numa conversa informal como espectador, o que provoca aproximações entre as expectativas das pessoas e o que está por vir na apresentação artística.
Ao final houve um bate-papo com a turma, em que as pessoas puderam dialogar com os artistas criadores a respeito do processo de construção da peça e ainda foi discutir um pouco questões relevantes do contexto histórico-social pelo qual passamos no Brasil.
Se você aprecia o pensamento de Paulo Freire, vá ao espetáculo; se você ainda não conhece Paulo Freire, dê uma oportunidade de se aproximar do desconhecido e verificará o quanto Freire tem que ver com a genuína cultura brasileira.
A peça está atravessando o Brasil. Fique ligado para quando o espetáculo ocorrer em sua cidade.
Até a próxima!
#EducarNaPraxe
#CulturaNaPraxe

Em vez de empreendedorismo, precisamos de mais cidadania

Em vez de empreendedorismo, precisamos de mais cidadania
Quando um país está em crise, surgem ideias milagrosas para resolução dos problemas socioeconômicos. Na década de 1990, a palavra de ordem era empregabilidade.
Naquele período apareceram muitos influenciadores de negócios que tentavam incutir a ideia de que o trabalhador deveria ter autonomia no próprio desenvolvimento profissional e buscar o aperfeiçoamento permanente para que sempre ficasse em situação de “empregável”. Parece que esse movimento saiu de moda e não há mais tantas palestras ou estudos sobre o tema.
Depois de 2018, com a crise econômico-financeira mundial, surgiu a ideia do empreendedorismo: agora o trabalhador precisa se desfocar da ideia de vínculo empregatício e buscar o negócio próprio, mesmo quando ele está atuando dentro de uma empresa.
Não bastasse o empreendedorismo vir em avalanche, como aconteceu o movimento a ideia da empregabilidade, agora as escolas de educação básica também resolveram incluir uma disciplina sobre o assunto para desenvolver o espírito empreendedor nas crianças e adolescentes.
Iniciativas de discussão de temas como empreendedorismo ou empregabilidade deveriam ser inseridas em disciplinas maiores como cidadania, pois antes de pensar em empreender, precisamos aprender a conviver.
Imagine a situação de crianças de 10 anos discutindo com montar negócios e coisas do tipo sem ter aprendido os rudimentos da cidadania como: o funcionamento do Estado ou as dinâmicas do mercado de trabalho?
Disciplinas específicas como empreendedorismo tiram das crianças e dos adolescentes a possibilidade de pensarem por si o que elas desejam ser, tanto no presente, quanto no futuro.
Há pessoas que gostam de trabalhar em liderança, outras adoram negociar, há ainda as que desejam conhecer o funcionamento das leis, assim como há as que adoram trabalhar com cálculos.
Passar 12 anos estudando empreendedorismo, como estão se estruturando alguns currículos da educação básica, é como caminhar em via única as questões da cidadania, em que as pessoas, todas as pessoas, precisam ser empreendedoras.
Enquanto isto haja pessoas sem preocupação com a ética e com o direito do outro, que não respeitam a natureza, mas sendo formadas para empreender, empreender e empreender.
Aqui não se está negando a possibilidade de as crianças aprenderem os rudimentos do empreendedorismo. Isto é necessário, mas se questiona a aprendizagem unidirecional, fechada de possibilidades profissionais outras.
O interessante é que já existem livros didáticos para a área com viés bem teórico e superficial. É a indústria do livro didático. Na prática, as crianças não vão ter interessem em ler os conteúdos, pois o que a juventude deseja é diversidade. Elas não são robôs do mercado de trabalho, elas são cidadãs, que necessitam ir ao mercado de trabalho para a sobrevivência e construção de um mundo melhor.
Estamos voltando aos séculos XIX e XX, o padrão profissional era os jovens serem médicos ou advogados. Precisamos adentrar o século XXI. Ele está aqui há 19 anos; precisamos sair das fileiras das fábricas e pensar mundos corporativos melhores, em que o cidadão vá para empresas como seres pensantes, integrais e múltiplos.

Precisamos de mais cidadania.

Até a próxima!


 

Pensando com Franklin Foer – Parte II

Pensando com Franklin Foer - Parte II

Até a próxima!

 


 

Para mais leituras sobre Michel Faucault

Imagens Leituras Michel Foucault

 

O Projeto de extensão “Discurso e ensino: abordagem interdisciplinar dos saberes” da Universidade do Estado da Bahia – UNEB oferece o minicurso “Leituras de Michel Foucault”, ancorado no vértice de discurso, ensino e interdisciplinaridade.
O objetivo do minicurso é apresentar o arcabouço teórico-metodológico de Foucault, com foco em práticas discursivas nas interfaces entre a linguagem e a escola.
O evento será direcionado para professores da educação básica, discentes da graduação e pós-graduação e interessados em geral.
O minicurso acontecerá toda as sextas-feiras de novembro e terá as seguintes abordagens:

  • 08/11: Leituras de Michel Foucault – Verdade-Poder
  • 22/11: Leituras de Michel Foucault – Poder – Corpo
  • 29/11: Leituras de Michel Foucault – O Sujeito e o Poder
A inscrição é gratuita e poderá ser feita no site do Sistema de Gerenciamento de Eventos da UNEB: SGE.



Até a próxima!

Permita que o educando enxergue a vida com os próprios olhos

Imagem Enxergar a vida com os próprios olhos
Quando eu era jovem, minha mãe sempre me dava conselhos e avisos sobre os perigos da vida. Mas como todo adolescente, eu não seguia muito aqueles conselhos e vez por outra passava por alguma intempérie na vida.
Eram naqueles momentos de contratempos que eu descobria o que era necessário aprender. Aí a gente voltava a discutir e ela me dizia aquela frase famosa: “Eu te disse!”.
Mas não era sempre assim, em outras situações eu aprendia coisas diferentes do que minha mãe ensinava e rediscutíamos as situações que vida me oferecia.
O professor tende a assumir o papel de pais e se arvoram a querer direcionar a vida dos alunos. Então se antecipam em explicar em detalhes os conteúdos didáticos, o que acaba por diminuir as possibilidades de os educandos errarem e construírem os próprios conhecimentos.
É por essas coisas que muitos textos aqui no E-Praxe se repetem, sugerindo ao educador que abra espaços para o debate e a discussão saudáveis nos ambientes de ensino-aprendizagem.
É nos momentos da discussão que os educadores podem identificar um pouco do que os alunos conhecem e o que estes precisam aprender. Na discussão o educador aprende caso permita-se viver a situação de aprendiz também.
Para o educador iniciar discussões com os alunos, ele precisa estabelecer um contrato de confiança entre as partes. Os educandos não precisam se sentir ignorantes e ridículos diante do educador, mas eles entendem que a situação de ignorância pode ser passageira, pois há um profissional na turma e colegas em relação cooperativa, que o ajudarão a compreender os novos mundos que se interpõem entre os sujeitos de aprendizagem que estão na sala de aula.
Não é fácil discutir, pois no momento do debate estão presentes os conscientes e os inconscientes de todos os participantes. É por este motivo que as discussões são dinâmicas e não são comportadas somente na categoria da lógica, mas precisam tanto da lógica quanto da dialética, para que as interações entre as pessoas contribuam para que todos aprendam.
Discutir é uma aprendizagem para a vida toda, porque sempre vai aparecer algo na relação discursiva que é surpresa para os envolvidos, o que exigirá novos posicionamentos e novas estratégias para lidar com o incontornável e o desconhecido.
Depois de uns 10 minutos de fala empolgante do professor, a aula expositiva se torna monótona e cansativa. Os educandos desejam falar também. Quando não conseguem falar, desviam-se do assunto e vão procurar outros mundos por meio da imaginação, pois a nossa mente não é boba, muito menos nossa emoção.
É comum muita gente falar de diálogo e de valorização das experiências dos educandos, mas as práticas são outras: o trabalho no ambiente educacional se firma  como mais de ansioso depósito de conhecimentos na cabeça dos alunos, do que de compartilhamento de experiências. Isto é uma contradição que precisa ser repensada.
O professor pode se perguntar: “E se os alunos não aprenderem as coisas que ensinei com tanto esforço?”. É o risco que todo educador precisa aprender a administrar. Os educandos não serão a representação da imagem e da alma dos educadores. Eles precisam ser eles próprios. Ter identidade é uma dimensão da cidadania. O que o educador precisa é ter o compromisso técnico e político para discutir com os educandos os saberes que foram construídos pela humanidade.
Chegou a hora de o educando enxergar a vida com os próprios olhos. É mais demorado, é mais difícil, mas é um bom caminho para a pedagogia da autonomia.

Até a próxima!


 

Busque alternativas para pesquisar na Internet

Imagem Montagem com ícone DuckDuckGo
Você já se acostumou a utilizar um portal exclusivo de pesquisa. E quando se acostuma a utilizar somente uma determinada solução de buscas, a gente leva conosco os atributos positivos e as limitações que uma escolha única pode resultar.
O profissional, de qualquer área, que atua na WEB, precisa ter proficiência nos usos das diversas soluções tecnológicas e não ficar preso a grupos reduzidos de fornecedores de serviços na Internet.
Pensando nisto o E-Praxe traz para você uma opção de ferramenta de pesquisa para você trabalhar na WEB.
Trata-se do DuckDuckGo, que é uma plataforma de buscas baseada em software livre, que se comportou muito bem em nossos testes.
A interface da plataforma é bem simples. Na tela de buscas, o internauta pode escolher a partir de que local a ferramenta fará a busca. Também é possível configurar o nível de segurança das buscas, porque às vezes a gente deseja pesquisar sem ser observado por algoritmos.
Além disto é possível escolher o tipo de mídia de pesquisa (vídeo, texto, foto etc.) e o período de busca.
Nas buscas que fizemos, a ferramenta trouxe informações em nível adequado às palavras-chave utilizadas, com a vantagem de não inserir resultados oriundos de propagandas pagas ao provedor dos serviços. Este é o grande referencial da plataforma. Depois de usar a aplicação, você poderá navegar pelas mídias sociais digitais sem precisar ver ofertas de produtos e serviços comerciais, que nem sempre desejamos adquirir.

 

Vamos pôr a mão na massa?

 

Para facilitar a vida do nosso leitor, fizemos um infográfico com um tutorial básico de uso da ferramenta. 

Infográfico menu DuckDuckGo
Bom proveito e até a próxima!

 

 

Veja+: DuckDuckGo

Até a próxima!

 


 

Pensando com Olafur Eliasson

Pensando com Franklin Foer

Até a próxima!

Outras faces do cinema

Outras faces do cinema
Outras faces do cinema – Fonte: do próprio Autor

Gente, é hora de relaxar. Vamos trocar figurinhas sobre cinema?

A gente se acostumou com os filmes estadunidenses, sejam eles apresentados nas emissoras de canais abertos, nas ofertas da TV paga ou no circuito comercial de cinema.
Mas a gente não precisa ficar assistindo somente aos filmes lá do Norte. Os cinemas indiano e nigeriano vêm construindo um acervo variado de filmes comerciais, sendo uma opção para que possamos conhecer as outras faces do cinema.
O cinema, seja ele documentário, musical ou ficção, é uma narrativa. Todos os povos da terra têm capacidade de contar história. As narrativas do oriente são excelentes, assim como a do nosso lado do planeta. O exercício de conhecer outras histórias é uma ótima atividade para a gente reconhecer outros costumes e lugares, enfim: enriquecer nosso repertório sociocultural.

Vamos pensar um pouco sobre o cinema nigeriano?

A Nigéria é um país que se libertou da colonização inglesa somente nos anos 1960. Deve ser bem difícil para este país construir uma indústria de cinema, porque há problemas outros para serem resolvidos, como as questões desigualdades sociais e diferenças educacionais.
Mas este contexto não impediu o país africano de adentrar no mundo do cinema e produzir um conjunto de filmes diferente da nossa forma de composição fílmica.
Se você se der ao trabalho de conhecer o cinema nigeriano, terá a oportunidade de descobrir um país novo, em termos de independência, mas que procura recontar a própria história.
Aviso aos curiosos: não pensem que vão encontrar narrativas de uma África atrasada e primitiva, com homens e mulheres seminus, que mal sabem ler ou escrever. A narrativa nigeriana traz representações sociais, também, de homens e mulheres negros bem-sucedidos. São empresários, funcionários públicos do alto escalão e mulheres atuantes no mercado de trabalho. Você vai se surpreender.
Se você deseja ter um lazer diferente, longe da rotina dos finais de semanas repetitivos, busque outras faces do cinema e verá como o mundo é rico de diversidade. Uma dica: não espere que o aparato técnico seja o mesmo do cinema dos países ricos, mas observe com cuidado as nuances de culturas que estão distantes de nós, mas que, no fundo, têm proximidade com o jeito de viver do brasileiro.

Quer experimentar? Vamos lá!

O filme Trocando Celulares narra o encontro inusitado entre uma designer de moda e um bem-sucedido executivo. Se prepare para uma história romântica, com pitada de bom-humor. O filme não perde a oportunidade para apresentar as discrepâncias entre os povos que vivem em aldeias distantes do país africano e as pessoas que vivem nas grandes cidades da Nigéria.
Não quer narrativa açucarada? Então assista aos Cinco CEOs, que narra o controverso encontro de executivos que vão participar de um processo seletivo para ascensão profissional dentro da própria empresa. Aqui o clima é de suspense. O filme empreende reflexões sobre as novas relações de trabalho no contexto da globalização.
Ah, você não gosta de clima açucarado? Que tal um filme político, que retrata as relações sociais no período de interseção entre o mundo colonizado da Nigéria e o início da independência? O filme é uma mistura de suspense com narrativa policial, mas as sutilizas das questões políticas e culturais chamam mais a atenção.
No início você irá estranhar um pouco, pois a composição dos filmes nigerianos é diferente da que estamos acostumados, mas depois de algum tempo a gente se acostuma, aprende e busca mais informações sobre essa cultura perto-distante da nossa forma de ser.
Assista aos filmes:
·         Trocando Celulares
·         Os Cinco CEOs

   

+Até a próxima!

Leia+

 

Um panorama da formação dos educadores em TIC

 

Imagem Um panorama da educação dos educadores

 

Um dos pilares de discussão aqui no E-Praxe é o da educação dos educadores corporativos. Os educadores corporativos são profissionais que se desenvolvem nas práticas cotidianas; muitos não tiveram oportunidade de passar por um processo de formação em sala de aula.
Há educadores corporativos que aprenderam a ensinar com as experiências em atividades de apresentação e são muito proficientes em práticas expositivas, mas têm dificuldades em encaminhar atividades dialógicas.
Mesmo com o aparecimento das tecnologias da informação e da comunicação (TIC), que estão inseridas no dia a dia das pessoas, às vezes esses novos aparatos são utilizados de maneira deficiente nas práticas didáticas dentro das corporações, principalmente quando a gente valoriza mais o aparato tecnológico em vez da prática pedagógica em si.
Por falar em tecnologias, o Comitê Gestor de Internet do Brasil (CGI.BR) lançou A TIC Educação 2017 – Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras com dados interessantes para a gente analisar.
Se você está interessado em saber mais informações sobre a interlocução entre educação brasileira e tecnologias da informação e comunicação, baixe o relatório completo (vide link abaixo), pois além das tabelas com os dados apurados, há artigos que te ajudarão a compreender melhor o assunto.
O E-Praxe selecionou alguns dados sobre as práticas cotidianas do educador brasileiro. Nas próximas linhas você terá um panorama das práticas cotidianas dos professores brasileiros quando da utilização das TIC e internet.

 

Imagem 1 – Pesquisa TIC Educação – Fonte: CGI.BR
Imagem 2 – Pesquisa TIC Educação – Fonte: CGI.BR

 

Imagem 3 – Pesquisa TIC Educação – Fonte: CGI.BR

 

Nas informações acima, o leitor pode observar que o nível de usos de TIC e internet ainda é baixo; em geral menos de 50%. Precisamos estar atentos a esse fator, pois falamos tanto em tecnologia, navegamos na internet, mas as práticas de sala de aula ainda não revelam essa fluência. É claro que há outros fatores socioculturais que afetam as interações entre os educadores e as novas tecnologias, mas não podemos esquecer da necessidade de realizarmos aproximações entre o que está acontecendo na realidade dos alunos e as dinâmicas da sala de aula.

E você, internauta? Como está o seu processo de formação nos usos de TIC e internet? Converse com seus colegas de empresa, fale com o seu superior imediato, torne a formação dos educadores corporativos a pauta do dia na empresa e  

Até a próxima!

Congresso Internacional ABED neste mês de outubro

Banner do 25º Congresso ABED

 


A Associação de Educação a Distância (ABED) realizará no período de 20 a 24 de outubro, em Poços de Caldas, Minas Gerais, o 25° CIAED Congresso Internacional ABED de Educação a Distância.

O congresso terá como tema As abordagens híbridas no ensino-aprendizagem na EAD. O tema tem por intuito trazer reflexões teóricas e práticas sobre a relação ensino-aprendizagem na educação a distância.

Um dos objetivos do Congresso é estimular a prática e o desenvolvimento de projetos em educação a distância. Essa modalidade de ensino visa dar oportunidades para aprendizagens mais autônomas, por meio de usos de novas tecnologias da informação e comunicação.

O registro de inscrição para o 25º CIAED estará disponível no site da ABED até o dia 16 de outubro de 2019. Após esta data,somente no local de realização do evento.

Até a próxima!

 


Pensando com Osmar Ponchirolli e Maderli Ponchirolli

Pensando com Osmar Ponchirolli e Maderli Ponchirolli

 

Até a próxima!

Leia+

O Semoc vem aí

Banner do Semoc – Fonte: UCSAL

 

De 21 a 25/10/2019 acontecerá a 22ª Semana de Mobilização Científica (Semoc), da Universidade Católica do Salvador.
De acordo com os organizadores “O objetivo principal do evento é contribuir para a difusão e o fortalecimento da diversidade científica no país.” e está endereçado aos estudantes, professores, cientistas e demais públicos interessados em discutir ciência.
A temática central deste ano será Pessoa, Sociedade e Meio Ambiente, cujos eixos temáticos são:
  • A pessoa e seus vínculos
  • Proteção social e democracia
  • Sociedade Civil e Estado – novas relações
  • Formação jurídica e meio-ambiente
  • Ecologia dos saberes e novas epistemologias
  • Qualidade de vida nas cidades e no campo
  • Meio Ambiente e Resiliência
  • Determinantes sociais e ambientais da saúde

 

Durante o evento serão realizadas atividades de mesas redondas, sessões científicas, minicursos, jornadas científicas, lançamentos de livros e salão interativo com sessões culturais e exposições.
O Semoc é realizado desde 1998 e já faz parte da agenda de discussão acadêmico-científica de Salvador, Bahia.

Visite o site do Encontro: 22ª Semoc 2019

Até a próxima!