Os smartphones no processo de trabalho
Será?
Na prática os smartphones não podem ser comparados com aqueles terminais limitados dos anos 1990, mas eles não conseguem dar o retorno necessário como auxiliares em parte significativa de trabalho cotidiano.
Vejamos
Para o mundo do entretenimento nada melhor que um bom dispositivo móvel para a gente compartilhar informações, ler e escrever textos simples, integrar pequenos arquivos ou assistir a vídeos curtos e leves. Também ele é excelente para ouvir música.
Pense nisto
E até a próxima!
E agora, aposentadoria?
Até a próxima!
Uma pausa para viver e escrever
A educação no mundo das bolhas
A gente está em bolhas também quando escolhe grupos com ideias parecidas as nossas e não desejamos ouvir opiniões de pessoas das quais discordamos.
A gente participa de bolhas quando opta por um determinado canal de TV ou ler determinados autores da área de interesse de que gostamos.
A gente também é envolvido em bolhas quando as empresas captam nossos dados e ofertam caminhos para que sigamos dentro do mundo hipermidiático.
A gente mergulha em bolhas quando segue as pessoas que admira nas redes e evita pessoas que se opõem a nós em algum aspecto.
Isto tudo é normal, mas pode se transformar em problema quando essas bolhas das quais participamos tornam nossa vida um redemoinho e nos impede de ver o que está além da percepção de nossos grupos.
É quando nos filiamos ao pensamento único…
Essa convivência limitada às bolhas precisa ser discutida nos ambientes de aprendizagem, nos templos religiosos, nos espaços comunitários e corporativos. Afinal de contas, precisamos viver em filtros, mas também precisamos aprender a sair deles, para que possamos conhecer o mundo na totalidade.
É necessário que fiquemos atentos para não perdermos nossa capacidade de discernimento quanto ao real e à verdade.
Em um mundo imerso em bolhas, precisamos cultivar o pensar por nós próprios; de desenvolver a nossa capacidade de autoria e autonomia e não nos deixarmos levar por atos reativos e automatizados, que limitam a reflexão e o pensamento crítico.
Quando não desenvolvemos a autoria e a autonomia, somos mais facilmente levados pelas ondas dos antagonismos, das polêmicas e das contradições e assim nos afastamos cada vez mais do diálogo.
Diálogo como projeto de vida, que faz de nós seres de identidade e de opinião, mas que consegue fazer pontes entre os que nós pensamos e fazemos e o que os outros experimentam de forma diferente da nossa.
Eu penso e sinto; o outro pensa e sente também, diferente de mim, é claro.
O educar-se para o mundo das bolhas, com esses filtros cada vez mais sofisticados, é justamente desenvolver a capacidade de reconhecer-se diante do mundo e, ao mesmo tempo, reconhecer o outro na inteireza.
“Palavra não foi feita para dividir ninguém
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Cinema na Praxe – agosto/2019
Até a próxima!
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A questão da pergunta em educação
A partir daquele momento, a entrevista passou da discussão construtiva para um conjunto de trocas de opiniões desconexas, deixando o público perdido.
Esta situação não ocorre somente nos programas televisivos. Acontece com muita frequência em sala de aula, quando o professor elabora perguntas para atendimento das próprias expectativas filosóficas e esquece de perguntar para promover aprendizagens para quem a pergunta feita.
Perguntar é uma técnica que o professor necessita se apropriar. A gente aprende a perguntar estudando as teorias das comunicações oral e escrita, vivenciando as teorias e avaliando nosso nível de elaborar questionamentos.
Estas três dimensões são desenvolvidas demanda tempo
E com o tempo a gente vai descobrindo que fez uma pergunta inadequada, errou na formulação da assertiva ou foi preconceituoso ao perguntar e, assim, vai criando a própria jornada como educador que se sustenta por meio de uma pedagogia da pergunta.
Por falar em vivências, vamos trazer para vocês algumas ideias fruto de nosso itinerário como educador. Mas lembre-se de que as experiências são únicas e precisam ser vividas e vívidas. Pratique bastante, portanto.
Por uma pedagogia da pergunta
Nas atividades por meio de questionamentos a gente percebe que, quando usamos o recurso de fazer pergunta retórica, o educando pode ficar confuso e não entender para quem a pergunta está sendo feita, se para o próprio educador refletir ou para a turma responder. É interessante deixar explícito em nossa entonação de voz e em nosso gestual para quem se destina o que foi perguntado.
A gente pode causar incômodo no educando quando nomeamos alguém como única pessoa a responder uma pergunta, mesmo quando elogiamos esse alguém, achando que a pessoa poderá responder sem muitos tropeços. É necessário conhecer bem os alunos para fazer direcionamentos de perguntas.
É necessário aprender a fazer perguntas, por isto é preciso criar perguntas prévias, planejar, mesmo que não utilizemos as mesmas questões no momento de interação com a turma.
É bom articular as perguntas para que elas tenham coerência entre si e não despejarmos nos educandos um conjunto desconexo de questões que só os deixam confusos. Clareza, coesão, coerência e objetividade caminham juntas.
Durante a conversação é necessário dar oportunidade para os educandos formularem perguntas também. Assim eles aprendem, desde de cedo, a ocuparem os espaços de conversação, sejam nos encontros face a face, sejam nos encontros mediados por tecnologias da informação e comunicação.
Lembremos de Caetano Veloso: “organizar o movimento”. Na sala de aula ou no ambiente WEB, as coisas nem sempre vão acontecer da mesma maneira como planejamos, mas perceberemos durante a realização do evento como ajuda para alcançar os objetivos de ensino-aprendizagem.
Aqui estão algumas aprendizagens fruto das experiências vívidas e vividas nos ambientes de ensino-aprendizagem permeados pelas ideias de uma pedagogia da pergunta.
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A relação amigável entre educação e comunicação
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| Adaptação da Capa da revista Comunicação e Educação |
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O cinema na sala de aula
Quem produziu? Editora Contexto
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Edite vídeos para uso educacional
- Olha, o melhor aplicativo do mundo não fará de nós nenhum criativo na produção de vídeos. Precisamos estudar as ferramentas com afinco, pois quanto mais conhecemos o instrumento de trabalho, mais possibilidades abrimos para que a nossa criatividade floresça.
- O vídeo é um dos recursos de aprendizagem que podemos utilizar. Não vamos reduzir nossas atividades didáticas ao compartilhamento indistinto de videoaulas. O que há em excesso cansa.
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Usos da análise fílmica em educação
Espero que gostem!
Francis Vanoye é conhecido do público da área de linguagens pela publicação do livro Usos da Linguagem – Problemas e Técnicas na Produção Oral e Escrita. Em Ensaio sobre análise fílmica, ele faz parceria com Anne Goliot-Lété e traz diversas apreciações sobre a crítica cinematográfica.
Até a próxima!
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Primeiro Ano E-Praxe
- É lógico, meu rapaz!
- Aprender cultura organizacional com Mad Men
- A conversação como alicerce da prática pedagógica
- É hora de compartilhar
- Nenhuma menos: a inclusão pedagógica pela prática social
- A neurociência como suporte da aprendizagem
- Competências essenciais do educador corporativo
- Desenhe melhor as apresentações
- Algoritmos na agenda do dia
- Tecnologias na educação: empatia, simpatia ou antipatia?
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