Edite vídeos para uso educacional

 
 
Cresce o número de publicações em vídeo na internet. Plataformas como YouTube e Vimeo estão abarrotadas de tutoriais para áreas diversas do conhecimento.
 
E aí, educador? Vai ficar aí assistindo a tudo isso?
 
O educador não é nenhum Youtuber, mas precisa aprender os rudimentos de criação e edição de vídeos para ajudar os alunos a aprenderem mais.
 
Lembramos que o vídeo sozinho não dará conta das necessidades de aprendizagem dos educandos, mas, não podemos negar, são recursos tecnológicos que podem ser bem produtivos nas atividades de ensino-aprendizagem.
 
Os educadores também, quando têm condições, podem contratar um profissional da área (videomaker) para dar o suporte necessário para a construção de recursos educacionais em vídeos.
 
Porém é sempre bom aprender a utilizar ferramentas audiovisuais para produzir material didático de qualidade. Pensando nisto, apresentamos para vocês três aplicativos de primeira para ajudar no trabalho de construção didática.
 
Vamos lá?
 
A primeira ferramenta é o aplicativo Format Factory para Windows. O aplicativo é bastante versátil. Com ele você poderá converter vídeos, imagens e áudios, de forma rápida e segura. O bom é que os arquivos criados mantêm um bom nível de qualidade.
 
Além disto é possível fazer conversões de documentos para o formato PDF e fazer fusão de vídeos. Que beleza!
 
Outra característica do produto é a possibilidade de os arquivos convertidos ficarem no formato mais compacto, o que facilita o transporte de mídias. 
 
Nas produções audiovisuais aqui no E-Praxe, a gente cria os vídeos no Camtasia para MAC OS ou no Movavi Screen Capture Studio para Windows e depois faz a edição final no Format Factory.
 
Por falar em Movavi, aqui está outra ferramenta feita para uso em educação. Com ele é possível gravar a tela (com o som) do computador e criar aulas bastante criativas. Também é possível gravar áudios do microfone e capturar vídeos da webcam. A criatividade do educador é o limite para a construção do material didático.
 
O Camtasia funciona no Windows e no MAC OS. O E-Praxe optou pela versão no MAC OS porque a infraestrutura de hardware da Apple é muito robusta, e a gente consegue fazer videoaulas com muita qualidade. 
 
Movavi e Camtasia são utilizados aqui na Praxe indistintamente; depende do tipo de trabalho que será realizado. Os dois são ótimos. Fique de olho para quando houver promoções para você adquirir o seu.
 
Alguns avisos:

 

  • Olha, o melhor aplicativo do mundo não fará de nós nenhum criativo na produção de vídeos. Precisamos estudar as ferramentas com afinco, pois quanto mais conhecemos o instrumento de trabalho, mais possibilidades abrimos para que a nossa criatividade floresça.
  • O vídeo é um dos recursos de aprendizagem que podemos utilizar. Não vamos reduzir nossas atividades didáticas ao compartilhamento indistinto de videoaulas. O que há em excesso cansa.

 

Nos sites das empresas proprietárias dos aplicativos há muita informação sobre o funcionamento das ferramentas. O negócio é praticar bastante, experimentar e perguntar a opinião da turma sobre a qualidade dos vídeos produzidos.
 

Usos da análise fílmica em educação

Adaptação da capa do livro Ensaio sobre análise fílmica
Gente, há poucos dias, o E-Praxe fez comentários sobre o livro Jornalismo Cultural, de Daniel Piza. No cotidiano o educador precisa fazer análise cultural, ou seja, estudar com os educandos os diversos fenômenos culturais com foco em aprendizagem significativa.
A postagem de hoje continua esse processo de discussão da análise cultural em educação e faz comentários sobre o livro Análise Fílmica.

Espero que gostem!

Francis Vanoye é conhecido do público da área de linguagens pela publicação do livro Usos da Linguagem – Problemas e Técnicas na Produção Oral e Escrita. Em Ensaio sobre análise fílmica, ele faz parceria com Anne Goliot-Lété e traz diversas apreciações sobre a crítica cinematográfica.
Primeiro os autores abordam a concepção de análise fílmica, trazendo as especificidades desta prática cultural. Em um segundo momento, a dupla apresenta as distinções entre um espectador normal e um analista de filmes. Este é o ponto crucial para entendimento da obra, pois, conforme a opinião dos autores: “não é necessário gostar de um filme para analisa-lo bem”, p. 140.
A partir dessas reflexões iniciais, a obra traz um panorama do cinema quanto aos aspectos das narrativas. O capítulo é finalizado com uma discussão produtiva sobre o ato de interpretar obras culturais. Neste ponto eles trabalham utilizando a base teórica de Umberto Eco sobre “Os limites da interpretação”.
E eles continuam a compartilhar coisas boas sobre análise fílmica por meio de dois exemplares fílmicos: Paisagem na Neblina, de Theo Angelopoulos, e Rebecca, de Alfred Hitchcock.
Não bastasse as análises acima, ainda o leitor tem informações sobre spots publicitários e curta metragens de ficção.
Para o educador que deseja se aprofundar na temática de análise de obras cinematográficas, Ensaios é um filme que merece ser lido. Na obra podemos aprender mais a estudar o cinema de forma a aproximá-lo da educação.
Ganha o educador, ganham os educandos, ganha a sociedade que recebe um cidadão oriundo da escola com melhor formação sociocultural.
Ah! Não deixe de ler também Jornalismo Cultural, está bem?
 
O que é? Ensaios sobre análise fílmica
Quem escreveu? Francis Vanoye e Anne Goliot-Lété
Quem editou? Editora Papirus

Até a próxima!


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Primeiro Ano E-Praxe

Imagem um ano do E-Praxe
É tempo de festa no E-Praxe!
Completamos um ano de publicações na WEB e para comemorar, apresentamos as dez publicações mais lidas durante o primeiro ano de nossa página.
Muito obrigado, leitores!
As dez mais lidas
As publicações mais lidas servirão de base para a criação de novos textos, tratando desses assuntos com mais profundidade.
Até a próxima!

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Abram aspas para Dermeval Saviani

Imagem Abram aspas para Demerval Saviani

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Aprendizagem ativa necessita de ensino ativo

Imagem Aprendizagem Ativa

 

E aí aparecem obras de didática em língua estrangeira exaltando as qualidades da aprendizagem ativa, e os educadores como todo bom consumidor começam a discutir as novas terminologias como se novidade fosse.
 
Educadores como Paulo Freire, Dermeval Saviani, Álvaro Vieira Pinto e Anísio Teixeira já defendiam o papel ativo do aluno no processo de aprendizagem. Então essa discussão é velha…
 
Mas como essas discussões voltaram com muita frequência é bom ressaltar alguns especificidades das competências que todo educador precisa desenvolver para a realização de práticas de ensino-aprendizagem que aproximem os educandos da tal da aprendizagem ativa
 
Lembremos que o termo aprendizagem ativa é redundante, pois a palavra aprendizagem em si já incorpora a ideia de um modo de existir ativo. Mas deixa pra lá.
Às vezes ficamos tão envolvidos com a força das palavras que esquecemos de observar o que está por traz em termos de significação. Por traz de uma aprendizagem ativa, há um ensino vigoroso e ativo.
Por isto o E-Praxe esta semana resolveu trazer algumas competências que o educador precisa desenvolver para a promoção da aprendizagem ativa.
 
Primeiro o educador precisa assumir-se como um curador de conhecimentos. Curador não é enciclopedista, mas sim um trabalhador-aprendiz que tem como função compartilhar o que aprendeu por meio da construção do conhecimento.
 
O educador também precisa ser um mediador da aprendizagem, ou seja, um ser ativo, que atua no contexto para produzir sentidos e significados sobre os conhecimentos sistematizados criados pela humanidade.
 
O educador é um fomentador de valores que incentivam a formação de valores que impulsionem a cooperação, a solidariedade. Enfim, que motivem as pessoas as cuidar das coisas da humanidade.
 
O educador é o arauto da criação e da criatividade, pois pode ser a escola o lugar onde as pessoas pensem novas formas de viver o mundo e quiçá o transformar.
 
Ao ser o arauto da criação e da criatividade, o educador tem a responsabilidade de mediar situações de ensino-aprendizagem que levem à inovação. A  escola é o lugar do novo. A escola atravessa os tempos passados, presentes e futuros, por isto educar é um ato para trazer o novo que há na humanidade.
 
O educador é o profissional que ajudar o educando a construir competências para a autoria e a autonomia. Aqui está o cerne da educação para a aprendizagem ativa. As pessoas precisam pensar por si e desenvolver senso crítico para mudar o mundo para melhor.
 
Ufa, vamos para por aqui!
 
Todas as ideias trazidas até aqui, de uma maneira ou de outra está contida nas abordagens filosófico-educacional dos pensadores aludidos no início deste texto. O que precisamos é estudar as novidades no âmbito educacional com mais cuidado, para que não tragamos o velho fantasiado de novo.
 
Quando aparecem projetos de educação baseados em Gamification, Design Thinking, Aprendizagem baseada em projetos, Aprendizagem Invertida, Ensino Híbrido, Aprendizagem baseada em problemas, devemos nos aproximar deles sim, mas não como mitos salvadores da educação. 
 
Aos estudá-los a fundo, perceberemos que muitas das propostas trazidas nessas ideias já existiam há muito. O que pode ter acontecido é de os educadores não terem percebido valor nessas propostas no dia a dia educacional ou mesmo as estarem usando com outras denominações.
 
Cabe a você, educador, mergulhar nessas novidades, mas saber sair delas por meio do senso crítico, da observação acurada e da aplicação fundamentada em aprendizagem. Pergunte-se: isto vai servir para desenvolvimento dos alunos? Eu já não faço isto no meu dia a dia?
 
 

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Precisamos conversar sobre cinema e educação

Imagem Precisamos conversar sobre cinema e educação
Coisa gostosa é cinema. Sala escura, pipoca saborosa, aquele refrigerante…
Mas nem sempre é assim que o cinema é visto na sala de aula.
Geralmente filmes ou documentários são utilizados para os educandos realizarem em tarefa em que haverá avaliação sobre o conteúdo da película.
Outras vezes o filme é fruto de escolhas dos educadores, o que deixa os alunos sem a possibilidade de serem protagonistas nas sugestões de boas películas.
Resultado: o que era para ser um encontro prazeroso, torna-se um martírio para a galera.
Precisamos buscar a participação dos alunos nas escolhas de filmes que tenham que ver com o que está sendo estudado; precisamos também fazer análise cinematográficas sem necessariamente exigir contrapartidas avaliatórias dos aprendizes, para que a sétima arte seja tão bem curtida em sala de aula quanto o é nas salas de cinema.
Além dos percalços acima, há outras situações que precisam ser trabalhadas pelo educador quando for analisar filmes ou documentários.
Primeiro precisamos passar pela linha do entendimento. Explica-se: às vezes, após terminada a sessão, o educador inicia a discussão interpretativa da obra sem avaliar o nível de compreensão da narrativa.
É quando as pessoas começam a opinar sobre o filme sobre bases de compreensão difusas, o que pode gerar contratempos, antagonismos ou polêmicas sem necessidade.
Observe: primeiro a gente analisa o que está contido no filme: o visível, o que é comum a todos, aquilo que é lógico e coerente. Depois vem a fase da construção de sentidos, em que o grupo vai opinar sobre o que foi visto com base no compreendido.
A interpretação é atribuição de valor. Como podemos opinar sobre algo que não entendemos?
Muitas sessões cinematográficas didáticas perdem o sabor quando o filme/documentário é discutido sobre bases mal compreendidas.
Outro fator interessante é utilizar o filme desalinhado aos objetivos de aprendizagem. A gente não leva filme para entreter as pessoas. A gente leva o filme para promover aprendizagem. A diversão é uma consequência, não, um objetivo.
Então, nada de diversão por diversão ou filmes de nosso interesse pessoal que não tem que ver com o que se está ensinando.
E aí? Vá atrás de filmes que deem suporte para a boa aprendizagem. Ouça a galera discente. Os educandos agradecem.
Até a próxima!

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Abram aspas para Audre Lorde

Imagem Abram aspas para Audre Lorde

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Para melhorar o repertório sociocultural do professor

Imagem parte da capa do livro Jornalismo Cultural
Os educadores são muito cobrados para saber com proficiência os conteúdos aos quais se dispuseram a ensinar, além de outros conhecimentos de mundo favorecedores do processo de ensino-aprendizagem.
Essa “cobrança” provoca ansiedade nos profissionais, pois são criadas expectativas de o professor ser um verdadeiro super-homem, mas educadores são pessoas comuns: incompletas inconclusas e inacabadas.
Mas será possível desenvolver essa formação tão transversal? Não é exigir demais dos educadores?
O educador não precisa ser um superprofissional que sabe tudo e possui uma enciclopédia na cabeça, mas é necessário, com dedicação e empenho, desenvolver um nível de competência que contribua para uma melhor leitura de mundo em consonância com um conhecimento técnico consistente da própria área de trabalho.
Para ajudar o professor nessa empreitada, vez por outra, o E-Praxe traz comentários de livros, discos, filmes e documentários para melhoria do nível desse tal de repertório sociocultural.
O comentário de hoje é sobre o livro Jornalismo Cultural, de Daniel Piza.
Jornalismo Cultural é uma obra muito gostosa de ler, pois possui uma linguagem bem acessível, facilitando a leitura dos não jornalistas.
Nos dois primeiros capítulos, Piza faz um breve panorama do jornalismo cultural no mundo e no Brasil. Mesmo com um texto conciso, há um incentivo para que o leitor busque mais informações sobre esse assunto tão palpitante.
Piza não esquece de trazer os fundamentos da função de quem deseja produzir crítica cultural. Neste caso, ele tem o cuidado de discutir os mitos que podem atrapalhar a prática de se fazer jornalismo cultural, além de abordar algumas características do bom jornalismo de cultura.
O bom do texto é a capacidade do autor de não se prender a fetiches de “alta ou baixa cultura” e conseguir defender o jornalismo cultural como um trabalho de olhar o mundo em toda diversidade.
No livro há análises de alguns textos de crítica cultural, com o objetivo de situar o leitor como é o fazer cotidiano do bom jornalismo cultural.
Na prática, quando a professora está discutindo, no âmbito didático, as especificidades de um filme ou um texto literário, ela está ensinando e aprendendo a fazer crítica cultural. Daí a importância de leituras de obras como a de Piza.
Jornalismo cultural é um livro bem-vindo em salas de formação de professores, pois ajudará os mediadores a utilizar recursos mais técnicos de estudo das culturas, o que será bom para todos: professores, alunos e cidadãos em geral.
Que é isto? Jornalismo Cultural (livro)
Quem criou? Daniel Piza
Quem divulgou? editora Contexto Até a próxima!

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Os algoritmos invadiram a vida cotidiana

Imagem Algoritmos
Gente, os algoritmos invadiram a nossa vida na WEB. Também o que seria de nós sem eles?
Espera aí! Cuidado com a empolgação.
O algoritmo é um bem cultural da humanidade. Com eles organizamos quase tudo na WEB. Pense aí: scripts e extensões de páginas WEB, macros em programas de planilhas, apresentação, processamento de textos e banco de dados e por aí vai.
Eles ajudam os homens a na organização da vida, ajudam os programadores na criação de aplicativos maravilhosos, ajudam os desenhistas de páginas a criar procedimentos facilitadores de usabilidade dos aplicativos. Realmente não dá para ficar sem eles.
Mas, como toda ferramenta criada pela humanidade, eles podem ser construídos para levar vantagens sobre as nossas intenções. Quer exemplos: que dizer desses robôs que nos perseguem, oferecendo produtos o tempo todo, só por que clicamos em uma página por curiosidade?
Pense também os milhares de robôs que estão sendo criados para nos direcionar a determinadas tendências político-partidárias, fazendo do cidadão um fantoche das circunstâncias?
Pois é!
Que nós educadores temos com isso?
Olha, não podemos ficar alheios a esta situação criada pelos algoritmos e precisamos nos reeducar para entender melhor as estratégias computacionais que tanto interferem no nosso dia a dia.
– E eu preciso aprender a manipular algoritmos? – Para que eu vou aprender a fazer macros? Estas seriam boas perguntas que um professor faria. Não é bem que o professor se tornará um programador avançado: analista de sistema é analista de sistema. Mas é necessário saber os fundamentos desta área de conhecimento para poder melhor utilizar essa tecnologia em benefício da aprendizagem.
Se você quiser criar uma atividade na WEB, provavelmente terá de saber como conversar com os programadores sobre o que deseja como solução educacional.
Nas atividades cotidiana, terá de saber identificar se uma notícia em uma mídia social é oriunda de um ser humano ou é automatizada por um robô. São coisas da vida.
Os exemplos são variados. Nós educadores precisamos ser multidisciplinares e transdisciplinares. Quem sinaliza se precisamos aprender uma disciplina nova para ajudar no nosso trabalho é o contexto. É o objeto de aprendizagem. 
 
Fiquemos atentos e até a próxima!

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Professores navegantes – viagem ao mundo das nuvens

Imagem Educação nas nuvens
Quem ainda não passou a situação de levar o material didático em um pendrive para atividade em sala de aula e, de repente, viu-se impossibilitado de usar o tal material por algum problema de incompatibilidade tecnológica?
Isto já aconteceu com muita gente; e precisamos estar atentos.
O bom é que a gente armazene nossos arquivos eletrônicos em mídias diversas, pois algum problema técnico pode ocorrer.
Portanto grave os dados em um pendrive, no seu notebook (se tiver) e no smartphone também.
a gente ainda tem uma quarta possibilidade que é gravar nossas informações nas nuvens. E há diversos disponíveis na Rede.
Talvez você fique com receio por deixar suas informações nas mãos de terceiros, mas é um risco que temos de passar. Para seus arquivos ficarem mais seguros sugerimos que você crie uma boa senha de acesso, que seja fácil de você lembrar e que torne bem difícil o acesso de uma outra pessoa.
Você também não precisa ter todas as suas informações na Net; basta deixar os arquivos de uso mais corriqueiros, aqueles que são imprescindíveis para você não passar vexame, rs.
As vantagens de usar as nuvens é que você trabalhará com mais comodidade e, desde que você tenha um bom serviço de banda larga, excelente mobilidade.
Algumas plataformas de arquivamento em nuvens permitem que você utilize aplicativos básicos de escritórios. Vamos conhecer algumas dessas plataformas?
Você nas nuvens
 
 
Imagem Símbolo do iCloud
 
Este serviço é indicado para quem usa os aplicativos da Apple. Além de armazenar os dados na plataforma, você poderá utilizar aplicativos como iBooks, Page, Number e Keynote. As atividades de manipulação de fotografias são muito boas.
Imagem símbolo do DropBox
Dropbox

O Dropbox é uma das mais antigas iniciativas de gerenciamento de arquivos na internet; é bom, prático e fácil de usar. Com ele você não fica preso às plataformas office dos fabricantes.
Imagem símbolo do Ondrive
O OneDrive é a plataforma da Microsoft. Com ele você, caso tenha licença para uso do MS Office, trabalhará com muita produtividade, usando Excel, Word e PowerPoint. Além disto é possível usar o OneNote, aplicativo de gerenciamento de notas.
 
Imagem símbolo do Google Drive
 
 
Drive

O Drive pertence à Google; assim como o iCloud e o OneDrive, o usuário dispõe de soluções de escritórios bem organizadas como Documentos, Planilhas, Apresentações, Keep (app de notas), Formulário, Desenho e Agenda, além de outras soluções como Fotos e Google Sala de Aula.
Qual a melhor solução? Você poderia perguntar. A escolha depende do tipo de trabalho que o educador realiza, do perfil que este tem e do grau de proximidade com a interface gráfica do fabricante. Em outras palavras: pesquise, pesquise, pesquise…
Alguns educadores acabam por combinar mais de uma plataforma no trabalho do dia a dia e armazenam os dados de acordo com interesses específicos.
Você ainda pode compartilhar os seus arquivos, segmentando os acessos por grupos específicos de usuários.
Comece a trabalhar nas nuvens e você se sentirá um professor avançado no uso de tecnologias da informação e comunicação (TIC).
Até a próxima!

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Abram aspas para Jaron Lanier

Pensamento Jaron Lanier

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Os encantos de formar grupos de trabalho na WEB

Grupos corporativos na WEB

O mundo WEB cria possibilidades interessantes de convivência digital. A gente agora pode formar grupos de específicos para trocar ideias na internet. Que bom!

Esta tendência invadiu o mundo do trabalho e cada vez mais as empresas têm incentivado o compartilhamento de informações corporativas na WEB.

Mas a gente precisa ficar atento a algumas situações

Primeiro lembrar que, com a formação de grupos de trabalho na internet, os requisitos de segurança passam a não ser mais de domínio da empresa e pertencem às instituições provedoras de plataformas de mídias digitais, como WhatsApp, Facebook, etc.

Assim a gestão segurança da informação passa a ser limitada, pois os dados postados nos grupos são, na verdade, gerenciados por um terceiro.

Outra situação diz respeito às questões de ordem trabalhista. A empresa quer arriscar a ser autuada por solicitar serviço do empregado fora do horário estabelecido no contrato de trabalho?

A partir do momento em que postamos informações corporativas em grupos corporativos formados nas mídias sociais, é como se tais conteúdos ficassem públicos, livres para outras pessoas olharem.

E ainda a empresa não tem garantia se o provedor de serviços não vai utilizar as informações circuladas nos grupos para vender a outras empresas. Fique atento!

Isto aqui escrito é fruto de questões óbvias, que permeiam a circulação de informações na internet, mas que muitas instituições não refletem a respeito.

Mas as empresas vão deixar de aproveitar a oportunidade de criar novas dinâmicas relacionais entre os funcionários por causa destas questões?

É claro que não!

O que as empresas precisam fazer é adotar um sistema de gerenciamento de segurança adequado às mediações sociais que acontecem na WEB.

E este negócio de segurança certamente é motivo para uma nova postagem

Até a próxima!


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